quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
ANTONIO MENEGHETTI RECEBE TÍTULO DE HONORIS CAUSA EM ECONOMIA NA UCRÂNIA
Acolhido na qualidade de notória personalidade científica e fundador da escola ontopsicológica, o Acad. Prof. Antonio Meneghetti visitou a Ucrânia, onde realizou um seminário de dois dias sobre o tema “Identidade, Sociedade, Ação”.
A primeira parte do evento foi realizada no recém-inaugurado Centro Ecobiológico “Vitolga”, localizado na região de Cerkasy. A segunda parte ocorreu em 18 de outubro de 2009 na Universidade de Economia e Direito de Dnepropetrovsk (DUEP). Nesta ocasião, o Prof. Meneghetti recebeu o título de Honoris causa em Economia.
A DUEP, fundada em 1993 como Academia de Management, Business e Direito de Dnepropetrovsk (na época denominada DAMBL), é uma estrutura universitária privada reconhecida pelo Ministério da Ciência e Educação da Ucrânia (como quarto e máximo nível para a ordem ucraniana). Especializada em formação em Negócios, Finanças, Contabilidade, Marketing, Direito e Interpretação, abriu desde 2007 a formação em Psicologia. A instituição hospedou em setembro de 2008 o Fórum Internacional dos Prêmios Nobel em Economia, quando foi celebrada a inauguração da fundação sem fins lucrativos “Alfred Nobel Planet”.
À conferência do Prof. Antonio Meneghetti estavam presentes as seguintes autoridades: Svitlana Kozhushko (Doutora em Filologia, Professora Associada da DUEP, Diretora do Departamento de Línguas Estrangeiras), Boris Kholod (Fundador e Reitor da DUEP, emérito estudioso da Ucrânia, Diretor do Departemento de Economia Empresarial, já foi Vice-ministro da Instrução e Ciência da Ucrânia, atualmente é Chefe do Conselho Nacional da Ucrânia para a Difusão Radiotelevisiva), Ivan Kylichenko (Prefeito de Dnepropetrovsk), Anatoliy Zodoya (Primeiro Vice-reitor, Professor e Emérito Pedagogo da Ucrânia, dirige o Departamento de Economia Internacional e Teoria Econômica), Nataliia Zinukova (Doutora em Pedagogia, Professora Associada da DUEP, dirige o Departamento de Teoria e Prática de Tradução e Interpretação), Sviatoslav Olinkin (Deputado da Ucrânia).
O evento teve ampla cobertura da imprensa ucraniana:
http://www.narodnapravda.com.ua/culture/4add71b5a191e/;
http://news.saloninfo.com.ua/news/podii.php?action=view&id=2803;
http://ictv.ua/facts/news-suspilstvo/649026/;
http://vremia.in.ua/read/776
http://duep.edu/section/news/2009/10/477/uk.html
http://duep.edu/section/university/gallerys/94/uk.html
“Sempre amei a Ucrânia – declarou Antonio Meneghetti – e me desagrada que hoje este país não ocupe o primeiro lugar onde todos aqueles que a amaram a esperavam que estivesse. Sinto que a Ucrânia é densa de futuro, forte de futuro e considero que, entre dois ou três anos, começará a desabrochar como merece. A Ucrânia deve se desenvolver de modo próprio e não olhar nem para a direita, nem para a esquerda. (...) Os gênios sinceros do Humanismo sempre foram indivíduos, jamais uma parte da massa geral. Indivíduo é aquela pessoa que segue adiante. É preciso dar a possibilidade de criar instituições universitárias privadas. Deste modo, surgirá um intercâmbio de experiência que garante a observação dos princípios democráticos”. (trecho extraído e traduzido de uma matéria da imprensa local)
Informações extraídas do site da Associação Internacional de Ontopsicologia.
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domingo, 7 de fevereiro de 2010
SISTEMA E PERSONALIDADE: A PESSOA PARA O SOCIAL E O SOCIAL PARA A PESSOA
Participaram do congresso estudiosos e pesquisadores de todo o Brasil, com destaque para professores da Universidade de São Paulo (USP). Além de representantes do universo acadêmico, estavam presentes psicólogos, pedagogos, médicos e empresários de todo o país.Foram convidados para a cerimônia de abertura do congresso o Acad. Prof. Antonio Meneghetti (Presidente da Associação Internacional de Ontopsicologia), o Prof. Valery Afanassiev (Universidade Estatal de São Petersburgo, Rússia), o Prof. Alécio Vidor (Universidade Federal de Santa Maria, Brasil) e o Prof. H. Bellido Moscoso (Universidade San Martin de Porres, Peru).

Em sua exposição, o Prof. Antonio Meneghetti pontualizou a necessidade de uma re-fundação radical do critério de análise em que cada ciência (da matemática à teologia, da física à filosofia etc.) funda o próprio método de investigação. Neste congresso, ele reiterou qual seria a linha de ação principal da escola ontopsicológica nos anos que se seguiriam: “O novo endereço que eu estou dando à Ontopsicologia é a aplicação à verificação última de todas as ciências.”
O tema “Sistema e Personalidade”, já tratado anteriormente por Antonio Meneghetti e formalizado pela primeira vez em 1991 no livro de mesmo nome, é motivado pela necessidade de resolver o problema da relação entre indivíduo e mundo, identificar qual é a estrutura prática que, antes de tudo, auxilia o indivíduo enquanto pessoa e, depois, consente a melhoria de tudo o que é o tecido social. O ente homem não é pensável sem o ente social. É fundamental encontrar nesse correlato a sinergia mais inteligente que consinta a reciprocidade de valor funcional: “a pessoa para o social, e o social para a pessoa”.
Para maiores informações sobre o tema, indica-se o texto de Antonio Meneghetti Sistema e Personalidade. 3. ed. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed., 2004.
Informações extraídas do site da Associação Brasileira de Ontopsicologia.
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domingo, 31 de janeiro de 2010
A AUTOSSABOTAGEM NO INCONSCIENTE DO EMPREENDEDOR
A terceira edição da revista Performance Líder traz um artigo especial do cientista que vem abrindo perspectivas pioneiras em vários países, o Acadêmico Antonio Meneghetti. Ele enfoca o assunto da autossabotagem através de uma conferência prática e honesta sobre o tema.
Neste artigo, reelaborado a partir de duas conferências que Antonio Meneghetti realizou em 28 de fevereiro de 2009 junto à sede italiana da FOIL (Marudo, Itália) e em 8 de março de 2009 junto ao Centro Internacional de Arte e Cultura Humanista Recanto Maestro (Rio Grande do Sul, Brasil), o autor expõe de modo frio e objetivo a causa dos problemas empresarias: tudo parte do indivíduo. A importância de conhecer a si mesmo deixa de ser um discurso idealista e ganha fundamentação para a excelência e sucesso do business.
Trechos extraídos e adaptados do editorial da 3ª edição da revista Performance Líder e do artigo A autossabotagem no inconsciente do empreendedor.
Maiores informações sobre esta matéria e sobre a publicação podem ser encontradas no site da Performance Líder.
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
A ONTOPSICOLOGIA DÁ FUNDAMENTO CIENTÍFICO À INTUIÇÃO
Hoje é comumente aceitado que as estratégias empresariais não são mais jogadas apenas no campo tecnológico e financeiro, mas sobretudo no plano da gestão do homem, verdadeiro recurso à disposição da economia. Experts de economia, de política, de ação, ainda que não saibam como ocorre, sabem que a intuição é o fio seguro do sucesso. Com o escopo de dar fundamento científico a esse argumento, a FOIL (Formação Ontopsicologica Interdisciplinar Liderística) promoveu o Congresso Internacional Business Intuition, realizado em Riga, Letônia, de 28 de outubro a 02 de novembro de 2004.
Classificado como um dos eventos recentes mais importantes no panorama econômico mundial, o Congresso Business Intuition 2004 contou com um denso programa científico com cerca de 250 trabalhos inerentes ao tema da intuição, abordado sob diferentes ângulos. O Rigas Kongresu Nams foi o palco escolhido para esse encontro de vanguarda, em que se confrontaram inteligências de diversas nações e das mais variadas áreas de atuação: empresários, acadêmicos, psicólogos, sociólogos, profissionais liberais, professores universitários e estudantes de diferentes áreas de interesse.
Mas as respostas às perguntas o que é a intuição?, a intuição é presente em todas as pessoas?, como se dá o processo da intuição?, como se pode usá-la? foram dadas durante as conferências realizadas pelo Presidente do Congresso. O Acad. Prof. Antonio Meneghetti explicou a intuição segundo a recente descoberta ontopsicológica do Em Si ôntico, descreveu como se ativa a autossabotagem nos negócios através do monitor de deflexão e como, por meio do campo semântico, podem ser individuadas as estratégias e interferências no operador econômico.
Como o Prof. Antonio Meneghetti explicou durante a conclusão dos trabalhos do congresso: “Business Intuition colocou em evidência que dinheiro, ganho, realização é mente, e esta mente é operativa, possui as suas estruturas, as suas lógicas. (...) Uma ciência como a Ontopsicologia fez três descobertas, e a inteligência econômica começa a usá-las no próprio campo. A escola ontopsicológica descobriu que existe uma intuição clara, distinta e infalível, porque colhe quando a arquitetura da mente está formalizando e, portanto, pode variar ou obter os efeitos que pretende”.
Para maiores informações sobre o Congresso Business Intuition 2004, indicam-se as reportagens sobre o evento publicadas na revista Nuova Ontopsicologia. Roma: Psicologica Ed., ano XXII, n. 2, dezembro 2004.
As conferências e os trabalhos apresentados no congresso foram publicados nos Atos do Congresso Business Intuition 2004. São Paulo: FOIL, 2004.
Classificado como um dos eventos recentes mais importantes no panorama econômico mundial, o Congresso Business Intuition 2004 contou com um denso programa científico com cerca de 250 trabalhos inerentes ao tema da intuição, abordado sob diferentes ângulos. O Rigas Kongresu Nams foi o palco escolhido para esse encontro de vanguarda, em que se confrontaram inteligências de diversas nações e das mais variadas áreas de atuação: empresários, acadêmicos, psicólogos, sociólogos, profissionais liberais, professores universitários e estudantes de diferentes áreas de interesse.
Mas as respostas às perguntas o que é a intuição?, a intuição é presente em todas as pessoas?, como se dá o processo da intuição?, como se pode usá-la? foram dadas durante as conferências realizadas pelo Presidente do Congresso. O Acad. Prof. Antonio Meneghetti explicou a intuição segundo a recente descoberta ontopsicológica do Em Si ôntico, descreveu como se ativa a autossabotagem nos negócios através do monitor de deflexão e como, por meio do campo semântico, podem ser individuadas as estratégias e interferências no operador econômico.
Como o Prof. Antonio Meneghetti explicou durante a conclusão dos trabalhos do congresso: “Business Intuition colocou em evidência que dinheiro, ganho, realização é mente, e esta mente é operativa, possui as suas estruturas, as suas lógicas. (...) Uma ciência como a Ontopsicologia fez três descobertas, e a inteligência econômica começa a usá-las no próprio campo. A escola ontopsicológica descobriu que existe uma intuição clara, distinta e infalível, porque colhe quando a arquitetura da mente está formalizando e, portanto, pode variar ou obter os efeitos que pretende”.
Para maiores informações sobre o Congresso Business Intuition 2004, indicam-se as reportagens sobre o evento publicadas na revista Nuova Ontopsicologia. Roma: Psicologica Ed., ano XXII, n. 2, dezembro 2004.
As conferências e os trabalhos apresentados no congresso foram publicados nos Atos do Congresso Business Intuition 2004. São Paulo: FOIL, 2004.
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
O RESIDENCE DE LIDERANÇA
Hoje, em todo o mundo, há a necessidade de pessoas capazes de resolver. De cinqüenta anos até agora, houve uma evolução tecnológica, mas não foi levada adiante a evolução do humano. As instituições são orientadas ao serviço dos fracos, mas está faltando o alimento para os mais inteligentes, para aqueles capazes de resolver os problemas sociais.
Nessa crise, estão surgindo há tempo muitas escolas especiais e grandes organizações internacionais que prestam os seus serviços para a formação de businessmen internacionais, ou para resolver problemáticas dentro das empresas. A conclusão de todas essas grandes escolas de economia é que o êxito de qualquer empresa depende do líder que a controla, de uma particular forma mentis. Como é feita, como se constitui e como se ajuda, ninguém o sabe.
É esse o ponto de ruptura onde a escola ontopsicológica dá a sua máxima contribuição: levar a racionalidade, o Eu lógico-histórico à quarta dimensão, isto é, dentro da intuição do Em Si ôntico, o critério inteligente que dá, sem exceção, a infalibilidade da racionalidade econômica.
Baseando-se no conhecimento dos elementos formalizadores da logística sistêmica no íntimo do homem, depois de mais de trinta anos de pesquisa e de aplicação exitosa, a Ontopsicologia propõe como elemento resolutivo uma verificação integral dos sistemas lógicos do indivíduo líder, solicitando a sua autenticação e evolução, sobretudo no momento em que ele se apresenta como veículo de superior atualidade civil, econômica e política.
O residence de liderança é o exercício vivo de uma pedagogia alternativa que coloca em primeiro lugar o “projeto homem”, em conformidade ao critério do Em Si ôntico. A criatividade representa uma possibilidade em dom a todos os indivíduos, que não se manifesta gratuitamente, mas como consequência da sanidade, da maturidade, da capacidade de transcender os estereótipos, da exuberância e crescimento personológico.
A criatividade é sempre um fenômeno individual. O homem criativo, depois de ter realizado a si mesmo, é também uma possibilidade de resultado para muitos.Os empreendedores que, em todo o mundo há anos aplicam a intuição do Em Si ôntico sabem, por evidência, que ali está a sede da infalibilidade econômica.
Trechos do texto de Antonio Meneghetti Aspectos do Residence de Liderança, contido no livro Residence Ontopsicológico. 3.ed. Recanto Maestro: Ontopsicologica Editrice, 2005. pp.175-180.
Nessa crise, estão surgindo há tempo muitas escolas especiais e grandes organizações internacionais que prestam os seus serviços para a formação de businessmen internacionais, ou para resolver problemáticas dentro das empresas. A conclusão de todas essas grandes escolas de economia é que o êxito de qualquer empresa depende do líder que a controla, de uma particular forma mentis. Como é feita, como se constitui e como se ajuda, ninguém o sabe.
É esse o ponto de ruptura onde a escola ontopsicológica dá a sua máxima contribuição: levar a racionalidade, o Eu lógico-histórico à quarta dimensão, isto é, dentro da intuição do Em Si ôntico, o critério inteligente que dá, sem exceção, a infalibilidade da racionalidade econômica.
Baseando-se no conhecimento dos elementos formalizadores da logística sistêmica no íntimo do homem, depois de mais de trinta anos de pesquisa e de aplicação exitosa, a Ontopsicologia propõe como elemento resolutivo uma verificação integral dos sistemas lógicos do indivíduo líder, solicitando a sua autenticação e evolução, sobretudo no momento em que ele se apresenta como veículo de superior atualidade civil, econômica e política.
O residence de liderança é o exercício vivo de uma pedagogia alternativa que coloca em primeiro lugar o “projeto homem”, em conformidade ao critério do Em Si ôntico. A criatividade representa uma possibilidade em dom a todos os indivíduos, que não se manifesta gratuitamente, mas como consequência da sanidade, da maturidade, da capacidade de transcender os estereótipos, da exuberância e crescimento personológico.
A criatividade é sempre um fenômeno individual. O homem criativo, depois de ter realizado a si mesmo, é também uma possibilidade de resultado para muitos.Os empreendedores que, em todo o mundo há anos aplicam a intuição do Em Si ôntico sabem, por evidência, que ali está a sede da infalibilidade econômica.
Trechos do texto de Antonio Meneghetti Aspectos do Residence de Liderança, contido no livro Residence Ontopsicológico. 3.ed. Recanto Maestro: Ontopsicologica Editrice, 2005. pp.175-180.
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
TERCEIRO MILÊNIO: INTELIGÊNCIA, PODER E LIDERANÇA FEMININA
Após conferências e eventos internacionais em diversas nações, a Associação Internacional de Ontopsicologia festeja o início do novo milênio através de um evento internacional no Rio de Janeiro dirigido à mulher. De 28 de dezembro de 1999 a 1º de janeiro do ano 2000, o Hotel Sheraton hospedou o Congresso Internacional “A mulher do terceiro milênio”: as prerrogativas da inteligência feminina como raiz ao novo milênio.
Participaram do evento grandes personalidades femininas internacionais, como a Acad. Prof.a Liudmila Verbitskaja (Reitora da Universidade Estatal de São Petersburgo – Rússia), Alice Hetch (Chefe do Escritório Administrativo da Comissão Especial da ONU – UNSCOM), Rose Marie Muraro (escritora brasileira), Victoria Dimitrieva (Presidente da Associação Eslava de Ontopsicologia), Palmerinda Donato (escritora e Presidente da Academia Internacional de Cultura de Brasília).
O Acad. Prof. Antonio Meneghetti, que presidiu o evento, recorda hoje este importante evento do seguinte modo: “A mulher é um componente da vida, civilização, história, extraordinariamente complexa. No congresso mostro a passagem da mulher-fêmea à mulher-líder. (...) O congresso se desenvolveu confrontando-me com diversas eminências feministas e nenhuma me contradisse. (...) Quando falo, a mulher superior sabe que a compreendo dentro e a levo adiante. E a repreendo quando erra contra si mesma. O mundo melhorará somente no dia em que a mulher decidir verdadeiramente, e não enquanto deixar essa tarefa para o homem.”
Neste congresso, foram dadas as coordenadas e indicações concretas para que a mulher exerça uma liderança efetiva, histórica. Em suas intervenções, Antonio Meneghetti expõe as diretivas para que cada mulher no seu campo, da economia à política, aos negócios, possa desenvolver o próprio caminho em direção a uma ordem de ação e de êxito.
No encerramento do congresso, a International Union of Academies entregou ao Acad. Prof. Antonio Meneghetti a condecoração Estrela de Vernadsky, com o grau de máximo nível.
Para maiores informações sobre o evento, indica-se a edição de 2000 da Nuova Ontopsicologia reeditada na Collezione Riviste compêndio de 7 volumes de todas as edições da revista Nuova Ontopsicologia publicadas desde 1983.
Para aprofundamentos sobre a visão de liderança feminina de Meneghetti, indica-se a obra A feminilidade como poder, sexo, graça. 2.ed. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed., 2004 que contém conferências realizadas no Congresso Internacional “A mulher do terceiro milênio”.
Participaram do evento grandes personalidades femininas internacionais, como a Acad. Prof.a Liudmila Verbitskaja (Reitora da Universidade Estatal de São Petersburgo – Rússia), Alice Hetch (Chefe do Escritório Administrativo da Comissão Especial da ONU – UNSCOM), Rose Marie Muraro (escritora brasileira), Victoria Dimitrieva (Presidente da Associação Eslava de Ontopsicologia), Palmerinda Donato (escritora e Presidente da Academia Internacional de Cultura de Brasília).
O Acad. Prof. Antonio Meneghetti, que presidiu o evento, recorda hoje este importante evento do seguinte modo: “A mulher é um componente da vida, civilização, história, extraordinariamente complexa. No congresso mostro a passagem da mulher-fêmea à mulher-líder. (...) O congresso se desenvolveu confrontando-me com diversas eminências feministas e nenhuma me contradisse. (...) Quando falo, a mulher superior sabe que a compreendo dentro e a levo adiante. E a repreendo quando erra contra si mesma. O mundo melhorará somente no dia em que a mulher decidir verdadeiramente, e não enquanto deixar essa tarefa para o homem.”
Neste congresso, foram dadas as coordenadas e indicações concretas para que a mulher exerça uma liderança efetiva, histórica. Em suas intervenções, Antonio Meneghetti expõe as diretivas para que cada mulher no seu campo, da economia à política, aos negócios, possa desenvolver o próprio caminho em direção a uma ordem de ação e de êxito.
No encerramento do congresso, a International Union of Academies entregou ao Acad. Prof. Antonio Meneghetti a condecoração Estrela de Vernadsky, com o grau de máximo nível.
Para aprofundamentos sobre a visão de liderança feminina de Meneghetti, indica-se a obra A feminilidade como poder, sexo, graça. 2.ed. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed., 2004 que contém conferências realizadas no Congresso Internacional “A mulher do terceiro milênio”.
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domingo, 22 de novembro de 2009
ECONOMIA: ONDE SE DIFERENCIA MENEGHETTI
Dois são os fenômenos cruciais do âmbito econômico atual: a fragmentação especializada (pela qual se formou um “alfabeto dos saberes” em relação ao qual somos, na grande maioria, “analfabetos”) e a linguagem especializada (que não oferece ao economista os instrumentos de conhecimento neutros, mas tão somente uma rede de protelação que serve para ofuscar o escopo).
Por outro lado, justamente para remediar esta fragmentação especializada, a hegemonia norte-americana dessa disciplina pensou em utilizar a linguagem dos números, da matemática, da estatística, dos gráficos e das fórmulas: dificilmente uma conclusão analítica “pobre” torna-se discutível se é expressa mediante uma veste algébrica ou estatística sofisticada.
Só que esses números, na maior parte dos casos, continuam a não ser comprovados. Tudo isso colocou um limite de credibilidade, e, então, as universidades norte-americanas passaram a se orientar em relação a conceitos como motivação, carisma, inteligência emocional. Para fazer isso, a economia se orienta em direção à psicologia, passando a considerar o homem dentro das organizações como um componente determinante da ação organizacional.
Este percurso é encontrado nas análises das teorias propostas pelas “Relações Humanas”, de Lewin, pelo filão dos “Motivacionistas” (Abraham Maslow, Frederick Herzberg e Victor Vroom) e por aqueles dos “Recursos Humanos” (entre os quais os expoentes de maior destaque são Chris Argyris, Douglas McGregor e Rensis Likert). O elemento comum a esses autores é a atenção voltada para a importância da relação homem e organização econômica, e não para o estudo de soluções visando reduzir ou eliminar a contraposição entre esses dois termos. Aquela que deveria ser uma solução, na realidade revelou-se ainda mais confusa e a economia permaneceu frustrada também por essa experiência com a psicologia.
Nos últimos anos, o mundo da economia está procurando a ética, a filosofia. Depois da desilusão da proposta psicológica norte-americana, agora as grandes empresas como a IBM estão mandando os seus CEO’s estudarem Aristóteles, Platão e Hegel para depois aplicarem suas idéias nos negócios. Vivemos uma época na qual um número crescente de estudiosos de economia e filosofia debatem temas de interesse comum, sem, no entanto, encontrarem-se. Fala-se de finanças comportamentais, da ética na economia, da psicologia do dinheiro, da economia e criatividade, da responsabilidade corporativa, social e ética do business.
Em Harvard, Khurana começa a falar de autenticidade do líder: “é objeto de debate o quanto seja significativa a transformação que um CEO pode orquestrar no interior da sua empresa, ainda que grande. Nos anos de 1990, as pessoas sempre reclamavam da necessidade de um líder carismático, visionário e com capacidade de transmitir motivação. Hoje, essas características foram substituídas por um outro set de ‘marcas de gênero’: integridade, autenticidade, disciplina. Continua-se a perpetuar a ilusão que a razão de uma empresa estar bem é porque o CEO está bem”. Isso não parece estar certo, é também um pouco sarcástico, porém indica exatamente como as coisas estão.
De autenticação em âmbito econômico (e mais amplamente em relação a todo o social, do político ao jurídico) Meneghetti já fala há no mínimo 30 anos. De autenticação do líder para a exatidão.
O problema de fundo com o qual o discurso econômico é designado a pôr à prova é o do objeto do conhecimento da economia, e se esse é ou não ligado ao “mundo real”. Meneghetti sustenta que a economia perdeu este link. Em muitas conferências demonstrou que o mundo das finanças, da bolsa, dos bancos, do business relatado pela mídia e pelos economistas, e gerenciado pelas pontas expostas, representa uma “second life”. Baseia-se no ditado, no aforismo e, porque não, no inventado, mas não tem reversibilidade com o mundo real das coisas. Da série “assim é, se lhe parece”. E isso é resolvido porque Meneghetti destaca que a empresa econômica deve sempre mais saber conjugar objetivos dos negócios e empenho social, desenvolvimento econômico e sensibilidade ambiental.
De fato, esses são exatamente os princípios sobre os quais a sua sociedade de consultoria e formação FOIL se move. Meneghetti sustenta que por parte da liderança da empresa é necessária a preparação técnica, a cultura, mas sobretudo um grande equilíbrio individual, sem o qual não se pode certamente demonstrar equilíbrio para os outros. E para encontrar esse equilíbrio individual, a sociedade FOIL parte das perguntas para as quais todos querem encontrar uma resposta. Qual é a forma da racionalidade empreendedora e da business intuition? O que determina o sucesso, a autossabotagem do líder, a perda, o desvio do foco, a agressividade das circunstâncias socioculturais, sociofamiliares e sociopolíticas? A resposta é uma só: o mundo interior do líder.
Todos sabem isso. E muitos tentaram falar sobre, mas a constatação é que estes enunciados frequentemente não se traduzem em fatos e ações convincentes. Com a FOIL, Meneghetti decidiu dar as categorias racionais para explicar essa realidade em âmbito econômico e empresarial. Desenvolveu uma metodologia para compreender a evolução e o determinismo da interioridade do homem em âmbito empresarial, formalizando-a e propondo-a de modo radicalmente novo, porque considera que, na complexidade econômica e social atual, não é possível não dispor de todos os conhecimentos mais avançados sobre o desenvolvimento e funcionamento dos sistemas humanos.
Toda a metodologia econômica clássica e atual, unida à nova racionalidade ontopsicológica (isto é, saber como as coisas estão e se encaminham), dá segurança fundamental para fazer da intuição uma praticidade de resultados econômicos.
Veja o artigo completo Economia: onde se diferencia Meneghetti, do qual foram extraídos e sintetizados os trechos acima, no dossiê Antonio Meneghetti: uma viagem de sucesso, publicado junto à revista Nova Ontopsicologia. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed., n. 2, março 2008.
Por outro lado, justamente para remediar esta fragmentação especializada, a hegemonia norte-americana dessa disciplina pensou em utilizar a linguagem dos números, da matemática, da estatística, dos gráficos e das fórmulas: dificilmente uma conclusão analítica “pobre” torna-se discutível se é expressa mediante uma veste algébrica ou estatística sofisticada.
Só que esses números, na maior parte dos casos, continuam a não ser comprovados. Tudo isso colocou um limite de credibilidade, e, então, as universidades norte-americanas passaram a se orientar em relação a conceitos como motivação, carisma, inteligência emocional. Para fazer isso, a economia se orienta em direção à psicologia, passando a considerar o homem dentro das organizações como um componente determinante da ação organizacional.
Este percurso é encontrado nas análises das teorias propostas pelas “Relações Humanas”, de Lewin, pelo filão dos “Motivacionistas” (Abraham Maslow, Frederick Herzberg e Victor Vroom) e por aqueles dos “Recursos Humanos” (entre os quais os expoentes de maior destaque são Chris Argyris, Douglas McGregor e Rensis Likert). O elemento comum a esses autores é a atenção voltada para a importância da relação homem e organização econômica, e não para o estudo de soluções visando reduzir ou eliminar a contraposição entre esses dois termos. Aquela que deveria ser uma solução, na realidade revelou-se ainda mais confusa e a economia permaneceu frustrada também por essa experiência com a psicologia.
Nos últimos anos, o mundo da economia está procurando a ética, a filosofia. Depois da desilusão da proposta psicológica norte-americana, agora as grandes empresas como a IBM estão mandando os seus CEO’s estudarem Aristóteles, Platão e Hegel para depois aplicarem suas idéias nos negócios. Vivemos uma época na qual um número crescente de estudiosos de economia e filosofia debatem temas de interesse comum, sem, no entanto, encontrarem-se. Fala-se de finanças comportamentais, da ética na economia, da psicologia do dinheiro, da economia e criatividade, da responsabilidade corporativa, social e ética do business.
Em Harvard, Khurana começa a falar de autenticidade do líder: “é objeto de debate o quanto seja significativa a transformação que um CEO pode orquestrar no interior da sua empresa, ainda que grande. Nos anos de 1990, as pessoas sempre reclamavam da necessidade de um líder carismático, visionário e com capacidade de transmitir motivação. Hoje, essas características foram substituídas por um outro set de ‘marcas de gênero’: integridade, autenticidade, disciplina. Continua-se a perpetuar a ilusão que a razão de uma empresa estar bem é porque o CEO está bem”. Isso não parece estar certo, é também um pouco sarcástico, porém indica exatamente como as coisas estão.
De autenticação em âmbito econômico (e mais amplamente em relação a todo o social, do político ao jurídico) Meneghetti já fala há no mínimo 30 anos. De autenticação do líder para a exatidão.
O problema de fundo com o qual o discurso econômico é designado a pôr à prova é o do objeto do conhecimento da economia, e se esse é ou não ligado ao “mundo real”. Meneghetti sustenta que a economia perdeu este link. Em muitas conferências demonstrou que o mundo das finanças, da bolsa, dos bancos, do business relatado pela mídia e pelos economistas, e gerenciado pelas pontas expostas, representa uma “second life”. Baseia-se no ditado, no aforismo e, porque não, no inventado, mas não tem reversibilidade com o mundo real das coisas. Da série “assim é, se lhe parece”. E isso é resolvido porque Meneghetti destaca que a empresa econômica deve sempre mais saber conjugar objetivos dos negócios e empenho social, desenvolvimento econômico e sensibilidade ambiental.
De fato, esses são exatamente os princípios sobre os quais a sua sociedade de consultoria e formação FOIL se move. Meneghetti sustenta que por parte da liderança da empresa é necessária a preparação técnica, a cultura, mas sobretudo um grande equilíbrio individual, sem o qual não se pode certamente demonstrar equilíbrio para os outros. E para encontrar esse equilíbrio individual, a sociedade FOIL parte das perguntas para as quais todos querem encontrar uma resposta. Qual é a forma da racionalidade empreendedora e da business intuition? O que determina o sucesso, a autossabotagem do líder, a perda, o desvio do foco, a agressividade das circunstâncias socioculturais, sociofamiliares e sociopolíticas? A resposta é uma só: o mundo interior do líder.
Todos sabem isso. E muitos tentaram falar sobre, mas a constatação é que estes enunciados frequentemente não se traduzem em fatos e ações convincentes. Com a FOIL, Meneghetti decidiu dar as categorias racionais para explicar essa realidade em âmbito econômico e empresarial. Desenvolveu uma metodologia para compreender a evolução e o determinismo da interioridade do homem em âmbito empresarial, formalizando-a e propondo-a de modo radicalmente novo, porque considera que, na complexidade econômica e social atual, não é possível não dispor de todos os conhecimentos mais avançados sobre o desenvolvimento e funcionamento dos sistemas humanos.
Toda a metodologia econômica clássica e atual, unida à nova racionalidade ontopsicológica (isto é, saber como as coisas estão e se encaminham), dá segurança fundamental para fazer da intuição uma praticidade de resultados econômicos.
Veja o artigo completo Economia: onde se diferencia Meneghetti, do qual foram extraídos e sintetizados os trechos acima, no dossiê Antonio Meneghetti: uma viagem de sucesso, publicado junto à revista Nova Ontopsicologia. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed., n. 2, março 2008.
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