Hoje é comumente aceitado que as estratégias empresariais não são mais jogadas apenas no campo tecnológico e financeiro, mas sobretudo no plano da gestão do homem, verdadeiro recurso à disposição da economia. Experts de economia, de política, de ação, ainda que não saibam como ocorre, sabem que a intuição é o fio seguro do sucesso. Com o escopo de dar fundamento científico a esse argumento, a FOIL (Formação Ontopsicologica Interdisciplinar Liderística) promoveu o Congresso Internacional Business Intuition, realizado em Riga, Letônia, de 28 de outubro a 02 de novembro de 2004.
Classificado como um dos eventos recentes mais importantes no panorama econômico mundial, o Congresso Business Intuition 2004 contou com um denso programa científico com cerca de 250 trabalhos inerentes ao tema da intuição, abordado sob diferentes ângulos. O Rigas Kongresu Nams foi o palco escolhido para esse encontro de vanguarda, em que se confrontaram inteligências de diversas nações e das mais variadas áreas de atuação: empresários, acadêmicos, psicólogos, sociólogos, profissionais liberais, professores universitários e estudantes de diferentes áreas de interesse.
Mas as respostas às perguntas o que é a intuição?, a intuição é presente em todas as pessoas?, como se dá o processo da intuição?, como se pode usá-la? foram dadas durante as conferências realizadas pelo Presidente do Congresso. O Acad. Prof. Antonio Meneghetti explicou a intuição segundo a recente descoberta ontopsicológica do Em Si ôntico, descreveu como se ativa a autossabotagem nos negócios através do monitor de deflexão e como, por meio do campo semântico, podem ser individuadas as estratégias e interferências no operador econômico.
Como o Prof. Antonio Meneghetti explicou durante a conclusão dos trabalhos do congresso: “Business Intuition colocou em evidência que dinheiro, ganho, realização é mente, e esta mente é operativa, possui as suas estruturas, as suas lógicas. (...) Uma ciência como a Ontopsicologia fez três descobertas, e a inteligência econômica começa a usá-las no próprio campo. A escola ontopsicológica descobriu que existe uma intuição clara, distinta e infalível, porque colhe quando a arquitetura da mente está formalizando e, portanto, pode variar ou obter os efeitos que pretende”.
Para maiores informações sobre o Congresso Business Intuition 2004, indicam-se as reportagens sobre o evento publicadas na revista Nuova Ontopsicologia. Roma: Psicologica Ed., ano XXII, n. 2, dezembro 2004.
As conferências e os trabalhos apresentados no congresso foram publicados nos Atos do Congresso Business Intuition 2004. São Paulo: FOIL, 2004.
Mostrando postagens com marcador psicologia do líder. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador psicologia do líder. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
O RESIDENCE DE LIDERANÇA
Hoje, em todo o mundo, há a necessidade de pessoas capazes de resolver. De cinqüenta anos até agora, houve uma evolução tecnológica, mas não foi levada adiante a evolução do humano. As instituições são orientadas ao serviço dos fracos, mas está faltando o alimento para os mais inteligentes, para aqueles capazes de resolver os problemas sociais.
Nessa crise, estão surgindo há tempo muitas escolas especiais e grandes organizações internacionais que prestam os seus serviços para a formação de businessmen internacionais, ou para resolver problemáticas dentro das empresas. A conclusão de todas essas grandes escolas de economia é que o êxito de qualquer empresa depende do líder que a controla, de uma particular forma mentis. Como é feita, como se constitui e como se ajuda, ninguém o sabe.
É esse o ponto de ruptura onde a escola ontopsicológica dá a sua máxima contribuição: levar a racionalidade, o Eu lógico-histórico à quarta dimensão, isto é, dentro da intuição do Em Si ôntico, o critério inteligente que dá, sem exceção, a infalibilidade da racionalidade econômica.
Baseando-se no conhecimento dos elementos formalizadores da logística sistêmica no íntimo do homem, depois de mais de trinta anos de pesquisa e de aplicação exitosa, a Ontopsicologia propõe como elemento resolutivo uma verificação integral dos sistemas lógicos do indivíduo líder, solicitando a sua autenticação e evolução, sobretudo no momento em que ele se apresenta como veículo de superior atualidade civil, econômica e política.
O residence de liderança é o exercício vivo de uma pedagogia alternativa que coloca em primeiro lugar o “projeto homem”, em conformidade ao critério do Em Si ôntico. A criatividade representa uma possibilidade em dom a todos os indivíduos, que não se manifesta gratuitamente, mas como consequência da sanidade, da maturidade, da capacidade de transcender os estereótipos, da exuberância e crescimento personológico.
A criatividade é sempre um fenômeno individual. O homem criativo, depois de ter realizado a si mesmo, é também uma possibilidade de resultado para muitos.Os empreendedores que, em todo o mundo há anos aplicam a intuição do Em Si ôntico sabem, por evidência, que ali está a sede da infalibilidade econômica.
Trechos do texto de Antonio Meneghetti Aspectos do Residence de Liderança, contido no livro Residence Ontopsicológico. 3.ed. Recanto Maestro: Ontopsicologica Editrice, 2005. pp.175-180.
Nessa crise, estão surgindo há tempo muitas escolas especiais e grandes organizações internacionais que prestam os seus serviços para a formação de businessmen internacionais, ou para resolver problemáticas dentro das empresas. A conclusão de todas essas grandes escolas de economia é que o êxito de qualquer empresa depende do líder que a controla, de uma particular forma mentis. Como é feita, como se constitui e como se ajuda, ninguém o sabe.
É esse o ponto de ruptura onde a escola ontopsicológica dá a sua máxima contribuição: levar a racionalidade, o Eu lógico-histórico à quarta dimensão, isto é, dentro da intuição do Em Si ôntico, o critério inteligente que dá, sem exceção, a infalibilidade da racionalidade econômica.
Baseando-se no conhecimento dos elementos formalizadores da logística sistêmica no íntimo do homem, depois de mais de trinta anos de pesquisa e de aplicação exitosa, a Ontopsicologia propõe como elemento resolutivo uma verificação integral dos sistemas lógicos do indivíduo líder, solicitando a sua autenticação e evolução, sobretudo no momento em que ele se apresenta como veículo de superior atualidade civil, econômica e política.
O residence de liderança é o exercício vivo de uma pedagogia alternativa que coloca em primeiro lugar o “projeto homem”, em conformidade ao critério do Em Si ôntico. A criatividade representa uma possibilidade em dom a todos os indivíduos, que não se manifesta gratuitamente, mas como consequência da sanidade, da maturidade, da capacidade de transcender os estereótipos, da exuberância e crescimento personológico.
A criatividade é sempre um fenômeno individual. O homem criativo, depois de ter realizado a si mesmo, é também uma possibilidade de resultado para muitos.Os empreendedores que, em todo o mundo há anos aplicam a intuição do Em Si ôntico sabem, por evidência, que ali está a sede da infalibilidade econômica.
Trechos do texto de Antonio Meneghetti Aspectos do Residence de Liderança, contido no livro Residence Ontopsicológico. 3.ed. Recanto Maestro: Ontopsicologica Editrice, 2005. pp.175-180.
Marcadores:
liderança,
ontopsicologia,
psicologia do líder,
residence
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
TERCEIRO MILÊNIO: INTELIGÊNCIA, PODER E LIDERANÇA FEMININA
Após conferências e eventos internacionais em diversas nações, a Associação Internacional de Ontopsicologia festeja o início do novo milênio através de um evento internacional no Rio de Janeiro dirigido à mulher. De 28 de dezembro de 1999 a 1º de janeiro do ano 2000, o Hotel Sheraton hospedou o Congresso Internacional “A mulher do terceiro milênio”: as prerrogativas da inteligência feminina como raiz ao novo milênio.
Participaram do evento grandes personalidades femininas internacionais, como a Acad. Prof.a Liudmila Verbitskaja (Reitora da Universidade Estatal de São Petersburgo – Rússia), Alice Hetch (Chefe do Escritório Administrativo da Comissão Especial da ONU – UNSCOM), Rose Marie Muraro (escritora brasileira), Victoria Dimitrieva (Presidente da Associação Eslava de Ontopsicologia), Palmerinda Donato (escritora e Presidente da Academia Internacional de Cultura de Brasília).
O Acad. Prof. Antonio Meneghetti, que presidiu o evento, recorda hoje este importante evento do seguinte modo: “A mulher é um componente da vida, civilização, história, extraordinariamente complexa. No congresso mostro a passagem da mulher-fêmea à mulher-líder. (...) O congresso se desenvolveu confrontando-me com diversas eminências feministas e nenhuma me contradisse. (...) Quando falo, a mulher superior sabe que a compreendo dentro e a levo adiante. E a repreendo quando erra contra si mesma. O mundo melhorará somente no dia em que a mulher decidir verdadeiramente, e não enquanto deixar essa tarefa para o homem.”
Neste congresso, foram dadas as coordenadas e indicações concretas para que a mulher exerça uma liderança efetiva, histórica. Em suas intervenções, Antonio Meneghetti expõe as diretivas para que cada mulher no seu campo, da economia à política, aos negócios, possa desenvolver o próprio caminho em direção a uma ordem de ação e de êxito.
No encerramento do congresso, a International Union of Academies entregou ao Acad. Prof. Antonio Meneghetti a condecoração Estrela de Vernadsky, com o grau de máximo nível.
Para maiores informações sobre o evento, indica-se a edição de 2000 da Nuova Ontopsicologia reeditada na Collezione Riviste compêndio de 7 volumes de todas as edições da revista Nuova Ontopsicologia publicadas desde 1983.
Para aprofundamentos sobre a visão de liderança feminina de Meneghetti, indica-se a obra A feminilidade como poder, sexo, graça. 2.ed. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed., 2004 que contém conferências realizadas no Congresso Internacional “A mulher do terceiro milênio”.
Participaram do evento grandes personalidades femininas internacionais, como a Acad. Prof.a Liudmila Verbitskaja (Reitora da Universidade Estatal de São Petersburgo – Rússia), Alice Hetch (Chefe do Escritório Administrativo da Comissão Especial da ONU – UNSCOM), Rose Marie Muraro (escritora brasileira), Victoria Dimitrieva (Presidente da Associação Eslava de Ontopsicologia), Palmerinda Donato (escritora e Presidente da Academia Internacional de Cultura de Brasília).
O Acad. Prof. Antonio Meneghetti, que presidiu o evento, recorda hoje este importante evento do seguinte modo: “A mulher é um componente da vida, civilização, história, extraordinariamente complexa. No congresso mostro a passagem da mulher-fêmea à mulher-líder. (...) O congresso se desenvolveu confrontando-me com diversas eminências feministas e nenhuma me contradisse. (...) Quando falo, a mulher superior sabe que a compreendo dentro e a levo adiante. E a repreendo quando erra contra si mesma. O mundo melhorará somente no dia em que a mulher decidir verdadeiramente, e não enquanto deixar essa tarefa para o homem.”
Neste congresso, foram dadas as coordenadas e indicações concretas para que a mulher exerça uma liderança efetiva, histórica. Em suas intervenções, Antonio Meneghetti expõe as diretivas para que cada mulher no seu campo, da economia à política, aos negócios, possa desenvolver o próprio caminho em direção a uma ordem de ação e de êxito.
No encerramento do congresso, a International Union of Academies entregou ao Acad. Prof. Antonio Meneghetti a condecoração Estrela de Vernadsky, com o grau de máximo nível.
Para aprofundamentos sobre a visão de liderança feminina de Meneghetti, indica-se a obra A feminilidade como poder, sexo, graça. 2.ed. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed., 2004 que contém conferências realizadas no Congresso Internacional “A mulher do terceiro milênio”.
Marcadores:
antonio meneghetti,
líder,
liderança,
ontopsicologia,
psicologia do líder
domingo, 22 de novembro de 2009
ECONOMIA: ONDE SE DIFERENCIA MENEGHETTI
Dois são os fenômenos cruciais do âmbito econômico atual: a fragmentação especializada (pela qual se formou um “alfabeto dos saberes” em relação ao qual somos, na grande maioria, “analfabetos”) e a linguagem especializada (que não oferece ao economista os instrumentos de conhecimento neutros, mas tão somente uma rede de protelação que serve para ofuscar o escopo).
Por outro lado, justamente para remediar esta fragmentação especializada, a hegemonia norte-americana dessa disciplina pensou em utilizar a linguagem dos números, da matemática, da estatística, dos gráficos e das fórmulas: dificilmente uma conclusão analítica “pobre” torna-se discutível se é expressa mediante uma veste algébrica ou estatística sofisticada.
Só que esses números, na maior parte dos casos, continuam a não ser comprovados. Tudo isso colocou um limite de credibilidade, e, então, as universidades norte-americanas passaram a se orientar em relação a conceitos como motivação, carisma, inteligência emocional. Para fazer isso, a economia se orienta em direção à psicologia, passando a considerar o homem dentro das organizações como um componente determinante da ação organizacional.
Este percurso é encontrado nas análises das teorias propostas pelas “Relações Humanas”, de Lewin, pelo filão dos “Motivacionistas” (Abraham Maslow, Frederick Herzberg e Victor Vroom) e por aqueles dos “Recursos Humanos” (entre os quais os expoentes de maior destaque são Chris Argyris, Douglas McGregor e Rensis Likert). O elemento comum a esses autores é a atenção voltada para a importância da relação homem e organização econômica, e não para o estudo de soluções visando reduzir ou eliminar a contraposição entre esses dois termos. Aquela que deveria ser uma solução, na realidade revelou-se ainda mais confusa e a economia permaneceu frustrada também por essa experiência com a psicologia.
Nos últimos anos, o mundo da economia está procurando a ética, a filosofia. Depois da desilusão da proposta psicológica norte-americana, agora as grandes empresas como a IBM estão mandando os seus CEO’s estudarem Aristóteles, Platão e Hegel para depois aplicarem suas idéias nos negócios. Vivemos uma época na qual um número crescente de estudiosos de economia e filosofia debatem temas de interesse comum, sem, no entanto, encontrarem-se. Fala-se de finanças comportamentais, da ética na economia, da psicologia do dinheiro, da economia e criatividade, da responsabilidade corporativa, social e ética do business.
Em Harvard, Khurana começa a falar de autenticidade do líder: “é objeto de debate o quanto seja significativa a transformação que um CEO pode orquestrar no interior da sua empresa, ainda que grande. Nos anos de 1990, as pessoas sempre reclamavam da necessidade de um líder carismático, visionário e com capacidade de transmitir motivação. Hoje, essas características foram substituídas por um outro set de ‘marcas de gênero’: integridade, autenticidade, disciplina. Continua-se a perpetuar a ilusão que a razão de uma empresa estar bem é porque o CEO está bem”. Isso não parece estar certo, é também um pouco sarcástico, porém indica exatamente como as coisas estão.
De autenticação em âmbito econômico (e mais amplamente em relação a todo o social, do político ao jurídico) Meneghetti já fala há no mínimo 30 anos. De autenticação do líder para a exatidão.
O problema de fundo com o qual o discurso econômico é designado a pôr à prova é o do objeto do conhecimento da economia, e se esse é ou não ligado ao “mundo real”. Meneghetti sustenta que a economia perdeu este link. Em muitas conferências demonstrou que o mundo das finanças, da bolsa, dos bancos, do business relatado pela mídia e pelos economistas, e gerenciado pelas pontas expostas, representa uma “second life”. Baseia-se no ditado, no aforismo e, porque não, no inventado, mas não tem reversibilidade com o mundo real das coisas. Da série “assim é, se lhe parece”. E isso é resolvido porque Meneghetti destaca que a empresa econômica deve sempre mais saber conjugar objetivos dos negócios e empenho social, desenvolvimento econômico e sensibilidade ambiental.
De fato, esses são exatamente os princípios sobre os quais a sua sociedade de consultoria e formação FOIL se move. Meneghetti sustenta que por parte da liderança da empresa é necessária a preparação técnica, a cultura, mas sobretudo um grande equilíbrio individual, sem o qual não se pode certamente demonstrar equilíbrio para os outros. E para encontrar esse equilíbrio individual, a sociedade FOIL parte das perguntas para as quais todos querem encontrar uma resposta. Qual é a forma da racionalidade empreendedora e da business intuition? O que determina o sucesso, a autossabotagem do líder, a perda, o desvio do foco, a agressividade das circunstâncias socioculturais, sociofamiliares e sociopolíticas? A resposta é uma só: o mundo interior do líder.
Todos sabem isso. E muitos tentaram falar sobre, mas a constatação é que estes enunciados frequentemente não se traduzem em fatos e ações convincentes. Com a FOIL, Meneghetti decidiu dar as categorias racionais para explicar essa realidade em âmbito econômico e empresarial. Desenvolveu uma metodologia para compreender a evolução e o determinismo da interioridade do homem em âmbito empresarial, formalizando-a e propondo-a de modo radicalmente novo, porque considera que, na complexidade econômica e social atual, não é possível não dispor de todos os conhecimentos mais avançados sobre o desenvolvimento e funcionamento dos sistemas humanos.
Toda a metodologia econômica clássica e atual, unida à nova racionalidade ontopsicológica (isto é, saber como as coisas estão e se encaminham), dá segurança fundamental para fazer da intuição uma praticidade de resultados econômicos.
Veja o artigo completo Economia: onde se diferencia Meneghetti, do qual foram extraídos e sintetizados os trechos acima, no dossiê Antonio Meneghetti: uma viagem de sucesso, publicado junto à revista Nova Ontopsicologia. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed., n. 2, março 2008.
Por outro lado, justamente para remediar esta fragmentação especializada, a hegemonia norte-americana dessa disciplina pensou em utilizar a linguagem dos números, da matemática, da estatística, dos gráficos e das fórmulas: dificilmente uma conclusão analítica “pobre” torna-se discutível se é expressa mediante uma veste algébrica ou estatística sofisticada.
Só que esses números, na maior parte dos casos, continuam a não ser comprovados. Tudo isso colocou um limite de credibilidade, e, então, as universidades norte-americanas passaram a se orientar em relação a conceitos como motivação, carisma, inteligência emocional. Para fazer isso, a economia se orienta em direção à psicologia, passando a considerar o homem dentro das organizações como um componente determinante da ação organizacional.
Este percurso é encontrado nas análises das teorias propostas pelas “Relações Humanas”, de Lewin, pelo filão dos “Motivacionistas” (Abraham Maslow, Frederick Herzberg e Victor Vroom) e por aqueles dos “Recursos Humanos” (entre os quais os expoentes de maior destaque são Chris Argyris, Douglas McGregor e Rensis Likert). O elemento comum a esses autores é a atenção voltada para a importância da relação homem e organização econômica, e não para o estudo de soluções visando reduzir ou eliminar a contraposição entre esses dois termos. Aquela que deveria ser uma solução, na realidade revelou-se ainda mais confusa e a economia permaneceu frustrada também por essa experiência com a psicologia.
Nos últimos anos, o mundo da economia está procurando a ética, a filosofia. Depois da desilusão da proposta psicológica norte-americana, agora as grandes empresas como a IBM estão mandando os seus CEO’s estudarem Aristóteles, Platão e Hegel para depois aplicarem suas idéias nos negócios. Vivemos uma época na qual um número crescente de estudiosos de economia e filosofia debatem temas de interesse comum, sem, no entanto, encontrarem-se. Fala-se de finanças comportamentais, da ética na economia, da psicologia do dinheiro, da economia e criatividade, da responsabilidade corporativa, social e ética do business.
Em Harvard, Khurana começa a falar de autenticidade do líder: “é objeto de debate o quanto seja significativa a transformação que um CEO pode orquestrar no interior da sua empresa, ainda que grande. Nos anos de 1990, as pessoas sempre reclamavam da necessidade de um líder carismático, visionário e com capacidade de transmitir motivação. Hoje, essas características foram substituídas por um outro set de ‘marcas de gênero’: integridade, autenticidade, disciplina. Continua-se a perpetuar a ilusão que a razão de uma empresa estar bem é porque o CEO está bem”. Isso não parece estar certo, é também um pouco sarcástico, porém indica exatamente como as coisas estão.
De autenticação em âmbito econômico (e mais amplamente em relação a todo o social, do político ao jurídico) Meneghetti já fala há no mínimo 30 anos. De autenticação do líder para a exatidão.
O problema de fundo com o qual o discurso econômico é designado a pôr à prova é o do objeto do conhecimento da economia, e se esse é ou não ligado ao “mundo real”. Meneghetti sustenta que a economia perdeu este link. Em muitas conferências demonstrou que o mundo das finanças, da bolsa, dos bancos, do business relatado pela mídia e pelos economistas, e gerenciado pelas pontas expostas, representa uma “second life”. Baseia-se no ditado, no aforismo e, porque não, no inventado, mas não tem reversibilidade com o mundo real das coisas. Da série “assim é, se lhe parece”. E isso é resolvido porque Meneghetti destaca que a empresa econômica deve sempre mais saber conjugar objetivos dos negócios e empenho social, desenvolvimento econômico e sensibilidade ambiental.
De fato, esses são exatamente os princípios sobre os quais a sua sociedade de consultoria e formação FOIL se move. Meneghetti sustenta que por parte da liderança da empresa é necessária a preparação técnica, a cultura, mas sobretudo um grande equilíbrio individual, sem o qual não se pode certamente demonstrar equilíbrio para os outros. E para encontrar esse equilíbrio individual, a sociedade FOIL parte das perguntas para as quais todos querem encontrar uma resposta. Qual é a forma da racionalidade empreendedora e da business intuition? O que determina o sucesso, a autossabotagem do líder, a perda, o desvio do foco, a agressividade das circunstâncias socioculturais, sociofamiliares e sociopolíticas? A resposta é uma só: o mundo interior do líder.
Todos sabem isso. E muitos tentaram falar sobre, mas a constatação é que estes enunciados frequentemente não se traduzem em fatos e ações convincentes. Com a FOIL, Meneghetti decidiu dar as categorias racionais para explicar essa realidade em âmbito econômico e empresarial. Desenvolveu uma metodologia para compreender a evolução e o determinismo da interioridade do homem em âmbito empresarial, formalizando-a e propondo-a de modo radicalmente novo, porque considera que, na complexidade econômica e social atual, não é possível não dispor de todos os conhecimentos mais avançados sobre o desenvolvimento e funcionamento dos sistemas humanos.
Toda a metodologia econômica clássica e atual, unida à nova racionalidade ontopsicológica (isto é, saber como as coisas estão e se encaminham), dá segurança fundamental para fazer da intuição uma praticidade de resultados econômicos.
Veja o artigo completo Economia: onde se diferencia Meneghetti, do qual foram extraídos e sintetizados os trechos acima, no dossiê Antonio Meneghetti: uma viagem de sucesso, publicado junto à revista Nova Ontopsicologia. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed., n. 2, março 2008.
Marcadores:
antonio meneghetti,
economia,
liderança,
ontopsicologia,
política,
psicologia do líder
Assinar:
Postagens (Atom)





